Historiadores afirmam que os vitrais, com poucas diferenças técnicas dos que são preduzidos hoje, surgiram na Europa no século XII.

O Sistema Feudal havia falido e começaram a surgir as grandes cidades. Nas artes, o Gótico substitui o Românico. Substituindo, em suas Igrajas, suas grossas paredes por grandes janelas, onde passaram a colocar vidros.

Dos defeitos de fabricação dos vidros, que davam diferentes tons segundo sua combinação química , nasceu a idéia de se aplicar nas janelas uma composição harmônica com diversar cores.

À medida que a arquitetura foi se aperfeiçoando, as paredes foram gradativamente sendo substituídas por grandes vitrais.

Finalmente, as igrejas passaram a incluir vitrais nos seus projetos. Buscava-se o efeito mais rico e a dedoração mais completa, procurando ao mesmo tempo o máximo de luz e o máximo de cor no interior das igrejas.

Além de decorar, a função educativa dos vitrais era, e é, fundamental. Com eles se ensinava ao povo, pela mágica luminosidade de suas cores, as histórias e relatos contidos nas Escrituras Sagradas. E eram nesses relatos que deviam crer. E a coloração que a luz adiquiria ao passar por eles transmitia a paz e imponência necessárias às igrejas.

Embora hoje se façam vitrais colados, feitos com fita de cobre, são os tradicionais vitrais de vidro e chumbo os verdadeiros vitrais.

 

 


 
   
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